A obra na Alepe foi distribuída por duas instaladoras. A CAG e o Auditório ficaram a cargo da Comtel, enquanto as instalações do Anexo I, do sistema VRF para as salas de rack e nobreak, e de equipamentos de precisão para o CPD ficaram a cargo da Terclima Técnica Climática. José Flávio Leandro Carvalho, responsável técnico da obra, explica que “das casas de máquinas das UTAs saiu a rede de dutos sob o piso elevado, ramificando por duto flexível a uma conexão na placa do piso para onde segue para o difusor de piso. Da placa, segue, através de um duto semi-rígido de PVC para cada difusor de mesa; controlado por registro de vazão constante modelo KVR.”

O ar de recirculação passa por filtragem G1/G3. Existe uma UTA para cada pavimento. “A vazão de ar das centrais de tratamento de ar exterior poderá variar, conforme nível de CO2 medido pelos sensores instalados no retorno das casas de máquinas. Isso se dá por meio da ação de dois dampers automáticos modulantes que operam em oposição entre si, fazendo com que a vazão de ar externo seja substituída por vazão de ar de recirculação, conforme medição de nível de contaminação química do ar, detectado pelos sensores de CO2”, esclarece Carvalho.

Veja também: 

Plenário, da ALEPE, opera em fluxo turbulento e tem solução inusitada 

Alterações foram feitas sem interrupção das atividades

Abordagem psicrométrica inovadora

Edifício passa por retrofit e ganha ventilação personalizada

Por:Charles Godini

Comentários