No geral, os problemas enfrentados pelo AVAC-R não são muito distintos dos demais setores da economia. Por outro lado, as oportunidades são muitas. Num país em que o principal componente do PIB é o consumo das famílias, e cujo clima é majoritariamente tropical, ao menor sinal de retomada as vendas de equipamentos leves tendem a aumentar. A dificuldade maior é para setores que dependem de novos investimentos, uma vez que a construção civil, por exemplo, só espera crescer em 2020.

O setor proporciona 253 mil empregos formais que se distribuem por mais de 20 mil empresas. Destas, por volta de 12.500 são ligadas a projetos e serviços de engenharia, que empregam 165 mil profissionais. As 99 empresas fabricantes de equipamentos de ar-condicionado, com faturamento anual de 4 bilhões de reais, empregam 4.532 pessoas e produzem 4 milhões de equipamentos residenciais, 2,4 milhões de equipamentos automotivos e 550 toneladas de refrigeração em equipamentos centrais.

Os números não param por aí. Fabricantes de equipamentos, componentes e acessórios para refrigeração comercial e industrial somam 1.863 estabelecimentos com 18.726 empregados e receita bruta anual de 5 bilhões de reais. O setor de ventilação produz em torno de 4 milhões de unidades, com 557 milhões de reais de vendas por ano. Produzindo cerca de 320 mil unidades de aquecedores de água, o Brasil está entre os cinco maiores mercados mundiais, com vendas anuais de 180 bilhões de reais. (Todas as informações são do Departamento de Economia e Estatística da Abrava, levantadas a partir de fontes como a RAIS, IBGE, Abrainc, FGV, entre outras de igual confiabilidade).

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