Fundada em agosto de 1964 pelo engenheiro alemão Albrecht Adolf Dietz, que chegara ao país quatro anos antes, a Apema completa 55 anos. À época o mercado industrial brasileiro era ainda incipiente. Muitos produtos ainda estavam para ser desenvolvidos e fabricados.

“Hoje, o mercado é muito mais competitivo em todos os aspectos: concorrência, nível de qualidade, novas tecnologias etc. Para sobreviver durante todos estes anos, a Apema teve de evoluir em todos os aspectos para atender a realidade deste atual mercado, investindo em máquinas, treinamentos, novas tecnologias, desenvolvimento de novos produtos, certificações mundiais de qualidade e também na era digital”, diz Hugo Matos, gerente comercial da empresa.

Atualmente os controladores e diretores da Apema são os engenheiros James José Angelini e Marcio Veiga que começaram na empresa como estagiários de engenharia: Angelini, em 1985, e Veiga em 1987.

Numa entrevista dada à revista Climatização e Refrigeração, em outubro de 2012, Dietz, falecido em 2015, contava que o nome original, – Aparelhos, Peças e Máquinas (Apema), foi escolhido em função da orientação que dava à empresa, voltada para a produção de equipamentos especiais. De certa forma, a orientação se mantém. “Existe uma demanda dos produtos fornecidos pela Apema em todos os mercados e segmentos. Desta forma, a Apema desenvolveu produtos para atender projetos standard para atender os fabricantes de máquinas e equipamentos para a refrigeração industrial e conta com engenharia e fábrica especializada no projeto e fabricação de equipamentos especiais para atendimento dos mercados de energia, papel e celulose, cana e açúcar, químico e petroquímico, óleo e gás, alimentício, entre outros”, explica Matos.

A empresa investe permanentemente em maquinários e tecnologias

Nos últimos anos a Apema tem marcado sua atuação pelo fornecimento de equipamentos de grande porte para importantes obras no Brasil, como os sistemas de geração e transmissão de energia da Usina Belo Monte; modernização das Usinas de Jupiá e Ilha Solteira; para as novas plantas de papel e celulose, como Eldorado, Fibria II, CMPC e Klabin; para usina de etanol a partir de milho (iniciando no Brasil); para usinas eólicas e plataformas de extração de petróleo, entre outros.

“Para construção de um nome respeitado no mercado, e principalmente para se manter como uma referência no setor, a Apema se modernizou não somente em estrutura fabril, mas também em capacitação de pessoas. Temos uma engenharia especializada no desenvolvimento de novos projetos, com recursos de última geração e mundialmente reconhecidos para dimensionamento térmico e mecânico dos equipamentos. Todo o sistema de gestão e qualificação técnica foi desenvolvido e reconhecido por certificações como ISO 9001 e  ASME “U”. A Apema é autossuficiente na fabricação de seus equipamentos, e mesmo possuindo uma vasta gama de produtos, possui maquinário de ponta e de última geração para fabricação de todos os componentes e equipamentos”, continua o gerente comercial da empresa.

Hugo Matos, gerente comercial, e James Angelini, diretor da Apema

Exemplo de inovação é a nova linha de condensadores de microcanal que a empresa desenvolveu para apresentação na 21ª. Febrava, principal feira do setor que acontece em setembro em São Paulo-SP. “Com uma carteira de mais de 10 mil clientes cadastrados, e diversificados em diversos mercados, a Apema precisa entender a necessidade de cada um, conseguindo com que cada um desses 10 mil clientes se sintam atendidos de forma personalizada. Este é um trabalho árduo e que requer mudanças e adaptações constantes, devido ao dinamismo dos mercados e pessoas e, nesses 55 anos, temos conseguido atender o mercado com esta excelência”, conclui Matos.

 

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