Construção
Processo de comissionamento das edificações
Mercado brasileiro ainda não percebeu a importância da ferramenta
postado em: 13/07/2015 11:07 h atualizado em: 22/07/2015 11:38 h

Em cinco palestras, o Painel buscou apresentar as visões dos vários agentes envolvidos na atividade. Pela autoridade de comissionamento falou Leonilton Tomaz Cleto, presidente do DN BCA e um dos precursores da atividade no Brasil. George Raulino apontou a necessidade da interação entre as várias equipes de projetos, enquanto José Napoleão de Bem acredita que a liderança da integração poderá ser exercida pela autoridade de comissionamento. Representando as consultorias de sustentabilidade, Eduardo Yamada, do CTE, passou as dificuldades de relacionamento com o cliente e com os demais envolvidos. Transmitindo a visão do cliente, Hu Peir Jyh, diretor sênior da Tishman Speyer, mostrou como a incorporação do comissionamento agrega valor ao cotidiano dos empreendimentos. Acompanhe abaixo uma síntese de cada apresentação.

Comissionamento - da concepção à ocupação e operação: realidade e desafios

Em suas duas palestras, Leonilton Tomaz Cleto, presidente do DN BCA da Abrava e diretor da Yawatz Engenharia, explicou que, segundo o Guideline 0-2013 - The Comissioning Process da Ashrae, o comissionamento é um processo de gestão de garantia da qualidade que, através da verificação e documentação, irá certificar que a instalação e os seus sistemas foram projetados, instalados e funcionalmente testados, e capazes de operar e manter o desempenho em conformidade com os requisitos de projeto do proprietário.

“O comissionamento é o processo de garantia da qualidade do edifício e como tal deve ser tratado, desvinculado da produção, pois, se reporta diretamente ao empreendedor. Esse processo começa na fase conceitual do projeto e deve determinar as metas do desempenho esperado previamente à construção (OPR). Para isso é necessário desenvolver uma metodologia para medição e verificação do desempenho, não só o energético, e acompanhar todas as etapas do processo para assegurar a qualidade em cada uma delas. E por se tratar de uma definição muito abrangente, vou explicar o que não é comissionamento: gerenciamento do projeto; supervisão de engenharia; fiscalização de obra; atividades de pré start-up; testes e ajustes dos sistemas; e processo criado pelo LEED. Ou seja, não é atividade do comissionamento se a pintura está adequada, se o isolamento do duto está sendo aplicado de maneira certa, pois, existem equipes responsáveis por isso. E também não é o comissionamento que prepara a obra para o start-up. Em relação ao LEED, a certificação considera tão importante o comissionamento que trata-se de um pré-requisito. O objetivo do sistema de ar condicionado está no seu ponto final, que é o conforto térmico unido à qualidade do ar interior. Mas, por conta das demandas e prazos de entrega da obra, os diversos envolvidos deixam esse detalhe passar, e o comissionamento deve trazer isso sempre à tona a todos os participantes. Elenco mais uma atividade, embora aqui no Brasil não se ouve muito falar, que é o comissionamento da envoltória, ou do edifício como um todo. Isso traz à tona aquela antiga briga do arquiteto com o projetista, que precisa desenvolver um sistema de ar condicionado eficiente priorizando a redução da carga térmica interna. Por isso, o comissionamento deve começar na fase conceitual do projeto. Aqui fica a dica de um amigo para quem quer construir um edifício: antes de consultar um arquiteto, consulte um agente de comissionamento. Quanto mais tempo demora o processo de comissionamento num projeto, mais problemas existirão”, explica Cleto.

Leonilton Tomaz Cleto, presidente do Departamento Nacional de Comissionamento - BCA da Abrava e diretor da Yawatz Engenharia

Para ele, no mundo real, um edificio pode nascer bom e se tornar ruim.

“Alguns fatores interferem na eficiência operacional do edifício, mesmo tendo um  bom projeto, como um comissionamento mal executado, alterações no conceito original, complexidade dos sistemas, construção com baixa qualidade, componentes baratos e não confiáveis, controles programados de forma ineficiente ou incorreta ou, ainda, muito comum no Brasil, operação e usuário ruins, buscando temperaturas no ambiente em torno de 19ºC num sistema que foi dimensionado para operar com 24ºC. Outro ponto são os fatores reais não considerados na simulação, ou pelo projeto e construção, como sistema com muitas limitações para manutenção, de difícil operação, equipamentos ruins, superdimensionamento de equipamentos e sistemas, sensores mal instalados e descalibrados, e zoneamento ruim. Indico a leitura de artigo de Dave McFarlane, no Ashrae Journal 06/2013, “Technical vs Process Comissioning”, que irá esclarecer diversos itens citados acima. McFarlane faz uma abordagem muito completa diferenciando o comissionamento processual (termo que no Brasil é usado como comissionamento para o LEED), quando o relatório certifica que o sistema foi comissionado, do comissionamento técnico, cujo relatório certifica que o sistema está completo e funciona como projetado, ou seja, durante todo o processo; desde a concepção, o projeto, a construção e até a ocupação, o sistema foi submetido a verificações e testes que comprovam o funcionamento dos sistemas conforme o projeto e atendem aos requisitos de projeto do proprietário”.

A visão do projetista - experiências e expectativas

Tema ministrado por George Raulino, diretor da Estermic Engenharia e membro do DNPC da Abrava, que enfatizou a interação entre as áreas que envolvem o comissionamento, como a engenharia e a arquitetura, ressaltando o erro, do agente imobiliário, na indicação de fachadas de vidros para edifícios visando agregar valor ao imóvel, onde muitas vezes sequer foram feitos estudos de envoltória para diminuir a carga térmica.

“Existe no nosso setor hoje duas palavras que têm sido deturpadas. Uma delas é a sustentabilidade, proferida para todo lado. Tem até empresas que estão vendendo selos de sustentabilidade! A sustentabilidade perdeu a seriedade. Da mesma forma, a palavra comissionamento. O que tem sido o comissionamento nas instalações brasileiras? Vejo que a interpretação foge bem ao que diz o Guideline 0 da Ashrae. Existem comissionamentos e ‘comissionamentos’! E quem faz o comissionamento? Eu já ouvi projetista ou instalador dizer: ‘pode deixar que eu faço!’. Ainda existe um outro tipo de empresa que anda fazendo comissionamento pelo Brasil afora. A empresa tem um advogado e um arquiteto, que realizam o ‘recebimento da obra’ para o proprietário. Esse recebimento são apenas medições (métricas) checando se estão de acordo com as especificações do piso etc. e cobram uma fortuna do cliente final. A realidade é que existe um permanente conflito da definição de comissionamento. Admito que até pouco tempo não existiam empresas dirigidas para essa área, mas hoje temos esse suporte. No meu entendimento, a primeira ação para o comissionamento é o OPR, os requisitos, ou os desejos do empreendedor, do proprietário, para tornar aquela edificação um bom investimento. E alguém tem que definir esses requisitos, que são os agentes comissionadores, a autoridade comissionadora, que tem os conhecimentos e ferramentas para a realização do processo, juntamente com outros tipos de profissionais para definir quais são os desejos do cliente final e quais objetivos ele pretende alcançar. O problema é que na realidade isso não acontece. Na fase de projetos, esse OPR serve de base do projeto, na qual a autoridade de comissionamento vai comparar o que está sendo feito com a OPR. Então, se o OPR não foi feito, como comparar? Isso é outra realidade que acontece hoje. Há ainda a ausência de uma autoridade comissionadora na fase do OPR e na de projeto.  Poucos empreendimentos no Brasil têm sido levados à frente com a presença da autoridade comissionadora nessas fases. Acontece que se essa autoridade entrar mais tarde, durante o processo ou no final da obra, como ela poderá tratar esse assunto uma vez que não foi concebido com a sua presença? Isso se traduz em perda de benefícios da ação do comissionamento. Quando executo um projeto de grande porte e a autoridade de comissionamento não está presente, eu insisto com o investidor para a contratação deste processo. Mas a influência que exerço é muito pouca, pois, dificilmente o empreendedor faz essa contratação. Um ou outro contrata e aí começa outro problema, porque não existe meio comissionamento, mas as propostas são intrigantes por parte das empresas comissionadoras. Existem valores na proporção de um para quatro para um mesmo escopo. E isso contribui ainda mais para a falta de credibilidade do processo. E, por fim, a dura realidade da contratação da autoridade de comissionamento no final da obra, onde o processo é mais uma auditoria do sistema, em cima de alguns itens que foram elencados, do que uma qualificação. Já realizamos em torno de 1.600 projetos e, destes, sabem quantos tiveram OPR ou coisa parecida com isso? No máximo 12! E desses 12, nenhum teve a presença da autoridade de comissionamento no processo de OPR. E acredito que isso é o que acontece por aí afora. A realidade é a seguinte: o empreendedor contrata o escritório de arquitetura, este, por sua vez, começa a definir os desejos do cliente, o resto é complementar. E entenda-se por complementar o projeto de AVAC. Em resumo, tenho mais expectativas do que propriamente experiências para relatar!”.

George Raulino, diretor da Estermic Engenharia e membro do DNPC da Abrava

A visão do instalador - experiências e expectativas 

José Napoleão de Bem, membro do DN Instalação e Manutenção e gerente de engenharia e projetos do Grupo GPS, enfatizou a distorção que ainda se faz por vários usuários entre TAB e comissionamento.

“Na prática, o processo de comissionamento é composto por um conjunto de técnicas e procedimentos de engenharia para a verificação do projeto, inspeção e teste de cada componente da utilidade em questão, desde os individuais, como componentes, instrumentos e equipamentos, até os mais complexos, como subsistemas e sistemas. Portanto, a contratação do comissionamento é função do nível de exigência da instalação. Existem alguns segmentos onde o comissionamento é consagrado e obrigatório, como a indústria farmacêutica que contrata, independente do custo, até porque é pré-requisito. Fora deste universo, dependerá exclusivamente do grau de discernimento do usuário. Predomina ainda o usuário que não  entende  que   o comissionamento é a garantia dele de estar investindo na instalação que efetivamente necessita e de recebê-la testada e operando para manter o desempenho pretendido, e que este é o menor investimento possível e o de melhor relação custo/benefício para ele. No segmento de ar condicionado, o usuário precisa entender  que a contratação de um projetista  e de um gerenciador é suficiente e necessário para receber a instalação que contratou e que atenderá suas necessidades/expectativas. E para que isso aconteça, é necessário dedicarmos tempo a ele e convencê-lo que lá na frente ele terá um ganho ímpar.”

“Outro ponto é que o usuário confunde TAB e comissionamento. Ou seja, se foi feito o TAB, o comissionamento não é necessário. Semana passada a SBCC promoveu a Jornada de Controle Hospitalar, no Instituto Emilio Ribas, onde se falou muito sobre biocontenção e no nosso setor não pode ser diferente. Outro cenário ainda bastante recorrente e que dificulta a contratação do comissionamento é que quem constrói não opera. Portanto, o construtor ou investidor quer o menor custo no momento da implantação. Questões que envolvam o período de operação da edificação estão fora do universo dele. Canso de ouvir de investidores e construtores, quando propomos uma melhor eficiência para o sistema, que ‘quem vai pagar a conta de energia elétrica é o condomínio’. A cultura ainda incipiente de sustentabilidade (hoje ainda pura retórica) dificulta a contratação do comissionamento. Eu pessoalmente vi um ou outro projeto certificado com propósitos efetivos. A certificação com propósitos efetivos de eficiência e sustentabilidade ainda padece de efetividade. Um comissionamento mal executado se traduz em soluções de engenharia e projetos inadequados para o problema proposto, dispêndios desnecessários durante a implantação da obra, pela não identificação antecipada de inconsistência de projetos e problemas, excesso de revisão de projeto, excesso de retrabalhos durante e pós obra e cumprimento dos prazos acordados, sistemas operando com baixa performance e alto consumo de energia e com baixa qualidade de ar interior, e necessidades do usuário não atendidas. A eficiência operacional dos sistemas é diretamente influenciada pelo comissionamento destes, mas principalmente pela qualidade da mão de obra de operação e manutenção, quer do ponto de vista da qualificação técnica dos profissionais envolvidos, das atividades específicas de operação e manutenção, quer do ponto de vista do treinamento adequado da equipe. É imprescindível que a equipe de operação e manutenção acompanhe a posta em marcha dos sistemas e receba todos os treinamentos necessários. A qualidade dos materiais influenciará diretamente as atividades de comissionamento na etapa de diligenciamento acarretando retrabalhos, porém terá maior influência na etapa de TAB - Testes, Ajustes e Balanceamento e, evidentemente, na performance operacional dos sistemas. É bastante duvidoso pretender-se bons resultados operacionais com componentes de qualidade inaceitável. Que o DN efetivamente consiga sensibilizar o mercado consumidor de AVAC dos benefícios, para ele, do comissionamento”.

José Napoleão de Bem, membro do DN Instalação e Manutenção e gerente de engenharia e projetos do Grupo GPS

A importância do comissionamento nos processos de certificação

Tema abordado por Eduardo Yamada, gerente de sistemas prediais do CTE – Centro de Tecnologia de Edificações, se propôs à desmistificação do comissionamento.

“Vejo o comissionamento como educação, no qual precisamos convencer os clientes da importância dele, como também a área de arquitetura. Embora o arquiteto saiba que é necessário reduzir a carga térmica, ainda predominam edificações envidraçadas da cabeça aos pés. E o comissionamento é uma ferramenta poderosa em prol da eficiência energética. O CTE tem uma larga experiência em certificações LEED e nossa experiência nos sete anos que lá estou é que o processo de comissionamento era uma palavra inexistente no setor. O que existia era o TAB para quem nunca havia trabalho com o processo de certificação LEED. Houve avanços, mas ainda me deparo com essa confusão do mercado da construção. Ainda temos clientes que pedem relatórios de testes e start-up do sistema achando que fez o comissionamento da obra por meio dessa documentação. Ele ainda não entende que o comissionamento é o controle de qualidade da instalação desde o projeto conceitual e temos a função de demonstrar os benefícios que esse processo gera para sua instalação. Essa é a garantia que o cliente final tem, uma vez que no comissionamento são seguidos todos os requisitos (OPR) que ele próprio desejou, e que sejam atendidos até o start-up. Eu apresento um caso de sucesso, que é a Tishman Speyer, que já estabelece desde sempre o comissionamento para qualquer tipo de instalação. Outra questão que considero importante é melhorar a comunicação. Um bom agente comissionador é aquele que tem um ótimo relacionamento com todas as equipes na participação das etapas do processo. Nesse relacionamento ele vai garantir a qualidade e validade da obra. Atualmente, cada vez mais surgem novas tecnologias e mais modernas, e isso acaba requerendo esse tipo de trabalho em equipe e da autoridade comissionadora para acompanhar e estar envolvido com a atualidade do mercado, porque não adianta fazer o acompanhamento se ele não tem o conhecimento dessas novas tecnologias.  Sobre as demandas por certificações, o LEED no começo era um processo inovador que passou por várias resistências e dificuldades. Foi um trabalho de formiga convencer, primeiro o arquiteto e, depois, o cliente, da sua importância. Hoje as coisas melhoraram muito e isso mudou a consciência do mercado, basta ver os números de obras certificadas LEED no Brasil. Vejo essa oportunidade também no comissionamento, através da funcionalidade do sistema. O mercado precisa entender que o agente comissionador está lá para ajudar, agregar, melhorar e superar as dificuldades encontradas pelo caminho. Sobre as metodologias para processos de certificação temos o LEED, AQUA, Procel-Edifica, que são os mais conhecidos. No LEED, o comissionamento é obrigatório uma vez que referência o Guideline 0 e a instalação deve cumprir todos os pré-requisitos. Já no AQUA, o comissionamento não é obrigatório e tudo vai depender do argumento do cliente no cumprimento de tal requisito. E o Procel-Edifica não exige o comissionamento, mas ele pode ser oferecido e prioriza a eficiência da energia. Hoje existem 966 processos no Brasil para requererem a certificação LEED. Atualmente, já existem 265 obras certificadas, o que acredito, tem ajudado a trazer para as instalações brasileiras o comissionamento como processo fundamental”.

Eduardo Yamada, gerente de sistemas prediais do CTE – Centro de Tecnologia de Edificações

O que esperar de um edifício comissionado

Hu Peir Jyh, diretor sênior da Tishman Speyer, mostrou a visão do cliente final em relação às obras comissionadas e seus benefícios.

“Há 20 anos, lembro muito bem, num dos trabalhos que estávamos realizando recebemos um documento de quase mil páginas e imaginei que deveria ser referente ao projeto que tinha que desenvolver, mas era sobre comissionamento e passei noites e noites estudando o tema e, dali para frente, foi a luz que trouxe para minha vivência toda a experiência que tenho aplicando nos projetos da Tishman. E até por ser uma empresa americana, tudo tornou-se mais fácil, inclusive para divulgar aqui no Brasil.  O comissionamento é um processo de vida dentro de um edifício. O que aponto como um problema nesse processo todo é que nem todos os colaboradores envolvidos querem estar no mesmo barco. Hoje, as construtoras e instaladoras entendem que isso é importante, mas não praticam. Ou praticam de uma forma muito superficial. Isso traz uma frustração para nós, como cliente final, até porque trabalhamos com documentações Standards, ou seja, já criadas. Um fato curioso é que num determinado projeto a empresa quis sondar um valor para realizar o comissionamento padrão Tishman.

Hu Peir Jyh, diretor sênior da Tishman Speyer

A empresa não precisa pagar pelo padrão Tishman, pois, ele deve ser aplicado da mesma forma pelas demais empresas que existem hoje no mercado. Admito que nós contribuímos muito para o mercado sendo modelo para outras empresas, mas é preciso que estas empresas entendam que o padrão é global e apliquem nas mesmas. Nós temos buscado a perfeição dentro dos edifícios que incorporamos e administramos, e procuramos repassar os nossos conhecimentos e que, na transição, ou seja, na entrega da obra, não sejam necessárias chamadas para a assistência técnica. Eu falo da perfeição que buscamos, pois é uma batalha contra nós mesmos, os administradores prediais. Nossa equipe que opera um edifício, também tem que entender o sistema e participam conosco desde a fase conceitual do projeto. Posteriormente, passam seis meses no edifício conosco e entendem que isso é necessário. E a questão das empresas que nos auxiliam no comissionamento, também participam conosco em todas as etapas, trazendo toda a experiência dessas etapas do processo, em toda a execução da obra. Embora isso tenha um custo, no final ele agrega benefícios à obra. No final, na conclusão dos serviços, na entrega do empreendimento para a administração predial, ainda existe um acompanhamento pós-ocupação para verificação e como está se comportando a etapa de operação e manutenção. Minha mensagem é a seguinte: tentem auxiliar, ajudar e levar esse entendimento para as diversas áreas, desde projetistas, construtoras, instaladoras, mantenedoras e incorporadoras. Isso só traz benefícios no geral”.

Ana Paula Basile Pinheiro <anapaula@nteditorial.com.br>    

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