Arquitetura
BIM - Modelagem da Informação da Construção é tema de debate
Evento abordou o processo, as dificuldades de implantação e sua importância
postado em: 16/09/2015 15:28 h atualizado em: 18/09/2015 11:03 h

No dia 24 de junho, na sede da Abrava, em São Paulo (SP), foi realizado o quarto painel com o tema "BIM - Modelagem da Informação da Construção". O evento recebeu cerca de 70 profissionais, na maioria projetistas, que tiveram a oportunidade de debater o tema com os palestrantes.

Wadi Tadeu Neaime, presidente da Abrava, deu inicio ao evento e fez uma breve apresentação da Associação, criada em 1962 com o objetivo de assegurar o desenvolvimento tecnológico e competitivo do setor de AVAC-R, e ressaltou questões ligadas ao meio ambiente, sustentabilidade e eficiência energética.

“Sou o 13º presidente da Abrava e acredito que trouxe sorte para a Associação. Em um pouco mais de um ano e meio cumpri 70% da gestão e temos evoluído positivamente. Destaco ainda os Departamentos Nacionais, ao todo hoje 17, responsáveis pela criação de fóruns de discussões para cada item de trabalho e também no desenvolvimento de eventos, como este, encabeçado pelo DN Projetistas e Consultores”, disse Neaime. 

Wadi Tadeu Neaime, presidente da Abrava

O que é o processo BIM

Ricardo Gibrail, presidente do DNPC da Abrava e diretor da Air System Engenharia Consultoria e Projetos, abriu sua palestra esclarecendo o conceito do modelo de informação da construção, e destacou que a falta de informação sobre o processo é muito grande.

“Primeiramente o BIM não é um software, nem uma maquete eletrônica, e muito menos um projeto em 3D; trata-se de um processo para idealizar um modelo ou uma ideia através de um conceito, geralmente criada pelo arquiteto contratado para desenvolver uma determinada proposta, e, por meio desse modelo digital agrega todas as disciplinas, começando pela arquitetura, passando pelas estruturas, até as demais instalações como elétrica, hidráulica, ar condicionado, enfim, o que seja necessário para tal edificação. No processo BIM se pensa desde a concepção inicial do projeto até o fim da vida útil daquela edificação, inclusive seu retrofit ou demolição, e até o que fazer com o entulho, caso venha a ser demolida.

A modelagem em 3D e paramétrica permite a interoperabilidade dessas disciplinas e dá o suporte necessário ao conceito do todo, sendo de extrema importância a relação entre as informações das diversas disciplinas. Quando começamos a criar o modelo e atribuir elementos, as características parametrizadas são preestabelecidas, denominadas Famílias. Esse elemento em 3D compõe todas as características elétricas, construtivas, térmicas, piso, enfim, tudo virá com esse elemento para o modelo. Após essa fase, o processo simula o modelo, verificando as interferências entre as diversas disciplinas buscando solucioná-las. O próximo passo é gerar a documentação que será enviada para a obra, contendo quantidade de materiais, plantas, cortes, enfim, tudo o que for necessário para executar e materializar o modelo criado virtualmente, todo parametrizado.

Na fase de produção, contrata-se uma empresa para fornecer materiais, mão de obra e execução da edificação. Feito isso, vem a logística da construção, ou seja, como ela vai ser feita, em que etapas será realizada, qual o cronograma de execução e, por fim, a ocupação do prédio.  Nesta última etapa entra o início da operação, recebimento da obra e ocupação pelo cliente. Por último, ao longo de sua vida útil, a manutenção e operação da edificação. Então o círculo se fecha.

O BIM pressupõe que, quando o arquiteto modela a edificação, ele usa as ferramentas tridimensionais que existem no mercado tais como Scia Engineer, Allplan, Revit, Bentley, Archicad, VectorWorks, Tekla, Cype, TecnoMetal BIM Suite, entre outras. Independente do software que será utilizado para construir o modelo todas as informações precisam estar parametrizadas. É muito importante e necessário frisar que se tenha um gestor no projeto, aquela pessoa que é um generalista, que precisa entender de todas as disciplinas e, somente assim, conseguirá coordenar esse volume de informações que são trabalhadas durante a criação do modelo. O gestor define a forma de trabalho e o fluxo de informações e como essas informações devem ser trabalhadas. Cria-se então um servidor em nuvem com o nome de um projeto e todo o fluxo de informações é compartilhado gerando uma interoperabilidade durante o desenvolvimento do modelo virtual em 3D.

Uma das grandes vantagens da criação desse modelo é fazer o que chamamos de “class detection” ou a detecção de interferências. Hoje, nos processos que trabalhamos em AutoCad, precisamos pegar as plantas em papel e analisar uma por uma verificando se existe alguma interferência entre as disciplinas, tudo de forma visual e cansativa. Já no processo BIM isso é feito automaticamente. Quando você agrega as disciplinas é possível acionar o class detection que vai criar pontinhos ou nuvenzinhas onde existem interferências de uma disciplina com outra, ou até mesmo dentro da mesma disciplina. Essa é uma maneira muito eficiente de identificação dessas interferências no projeto. Você resolve muita coisa em termos de agilidade zerando as interferências.

No BIM 4D, os elementos gráficos da edificação podem ser atrelados ao cronograma de obra. Quando falo que o processo também envolve o 4D, significa a execução da obra, o cronograma dela. Isso permite ao coordenador da execução da obra acompanhar a evolução, sabendo se aquela fase está adiantada ou atrasada, se ocorreu algum contratempo na fundação ou não; ou seja, todas as etapas lançadas do cronograma de obra, que o próprio processo do desenvolvimento do modelo cria e gera.

O BIM 5D agrega a dimensão custo ao modelo tridimensional, então eu gero um modelo 3D, o 4D para o cronograma de execução e o modelo 5D correspondente ao custo associado do modelo. Por exemplo, é possível obter o custo do m² de uma parede contabilizando todos os insumos, desde o tijolo, areia, cimento, até a mão de obra, permitindo obter o custo do m² de cada elemento, e cada elemento é vinculado a um banco de dados referencial, seja pelo processo BIM, Volare, Sniper Systems ou outro qualquer. É uma fórmula fiel de desenvolver o modelo, sem problema de superfaturamento, pois o software não erra.

O BIM 6D consiste no facility manager, ou seja, o gerenciamento do ciclo de informação da construção. Já projetei, construí, mudei. Agora os meus 20, 30, 40 anos de uso da edificação eu vou usar e controlar; vou verificar a garantia de manutenção, os prazos que preciso para executar as manutenções através do modelo 6D e acompanhar a execução desse processo durante a vida útil dessa edificação.

Em resumo, usar o BIM ou mudar para o processo BIM requer uma mudança de paradigmas. Todos os profissionais envolvidos precisam trabalhar sob uma mesma coordenação, com softwares que conversem entre si; não adianta ter um software que ao exportar os modelos não se conversam, as informações são perdidas, truncadas. Então, quando se começa um processo, todos os envolvidos de todas as disciplinas precisam estar com ferramentas compatíveis para que tudo o que for trabalhado em torno do projeto tenha confiabilidade das informações que serão tocadas entre as disciplinas. O BIM não é apenas uma mudança de ferramenta, mas uma evolução da filosofia de trabalho”, diz Gibrail. 

 Ricardo Gibrail, presidente do DNPC da Abrava e diretor da Air System

O desenvolvimento de uma biblioteca BIM

Miguel Ferreirós, membro do DNPC da Abrava e diretor da Garneira Engenharia, ministrou a palestra sobre desenvolvimento da biblioteca BIM e destacou a necessidade da construção dos elementos modelados que servirão de base para suportar projetos de ar condicionado.

“Vislumbramos a necessidade de construir o que eu chamo de elementos modelados genéricos através de uma plataforma de compartilhamento. Por meio do DNPC da Abrava estamos em processo de implantação dessa plataforma de compartilhamento com elementos modelados genéricos utilizados para suportar projetos de ar condicionado, ventilação e refrigeração, baseados em BIM. Essa plataforma já existe, construída no final do ano passado, mas ainda não foi disponibilizada para consulta, uma vez que estamos cadastrando as empresas projetistas da Associação. Ao finalizarmos esse cadastro, cada um dos projetistas das empresas poderão acessar a biblioteca, ou seja, essa plataforma de compartilhamento e extrair os modelos dentro da mesma. Esse cadastro será sempre atualizado de tempos em tempos.

Esses elementos modelados serão a base para suportar os projetos de ar condicionado. Possuímos um grupo de pessoas e todas as decisões do DNPC são colegiadas, fazendo com que os objetos criados tenham a cara do nosso mercado. Hoje, o mercado conta com várias empresas que atuam nessa área como a ENGworks e Frazillio & Ferroni, distribuidora de produtos da Autodesk, que prestam consultoria para Revit (software da Autodesk); a IN Prediais e a Garneira.

Como nasce um elemento modelado? Dou como exemplo uma câmara de estocagem de sementes que precisam ser armazenadas com determinado teor de umidade para preservação das mesmas numa instalação industrial de pequeno porte. E para tal é preciso um desumidificador químico. Esse era o desafio da empresa de projeto de ar condicionado: como eu vou modelar isso? No caso, o fabricante não tinha um modelo pronto como a maioria, ou o modelo é dos EUA, Europa e que não serve para o Brasil. Criamos então um modelo com todas as características dimensionais do equipamento real baseado num desenho em conjunto com o fabricante. Esse modelo tem dimensões compatíveis, indicações das entradas e saídas de ar de processo, no caso do exemplo, um desumidificador químico com cilindro dessecante, e assim poderíamos ter uma representação o mais real possível. Mas nós precisamos de uma representação o mais real possível? Será que precisamos das conexões no diâmetro exato? Bom, depende em que momento do projeto que você está. Se você está em um projeto conceitual, basta ter modelado um paralelepípedo com dimensões aproximadas e, quem sabe, isso já fosse suficiente para essa etapa do projeto; no entanto, se for um projeto de detalhamento ou executivo, preciso ter esse modelo com muito mais informações.

Que modelo afinal iremos implantar no DNPC da Abrava? Ou iremos ter uma biblioteca de modelos com alto nível de detalhamento e outros modelos com baixo detalhamento? Para onde iremos? O que seria o ideal? Encontrar dentro da biblioteca do DNPC da Abrava o modelo do projeto como um todo e trazer para o mercado de AVAC. Essa é a nossa percepção, para que alcancemos produtividade nessa história do BIM, e para que os nossos escritórios tenham custos compatíveis e cumpram com os prazos desafiadores. Por isso a necessidade de uma biblioteca montada, com nível de desenvolvimento compatível com cada uma das etapas. Eu penso que o setor de AVAC-R tem a oportunidade de fornecer referenciais ao mercado, entidades irmãs e órgãos do governo. Um desejo é que possamos trabalhar com outros players, e não apenas com o Autodesk, e organizarmos fóruns para a troca de informações e dúvidas, com controle da produção. Participem do aprimoramento da plataforma de compartilhamento para o desenvolvimento da biblioteca BIM através do DNPC da Abrava”, convocou Ferreirós. 

 

Miguel Ferreirós, membro do DNPC da Abrava e diretor da Garneira Engenharia

O processo BIM, dificuldades de implantação, gestão e benefícios obtidos quando em operação normal

O Coronel Washington Lüke, engenheiro militar, BIM Manager, responsável pela pesquisa e desenvolvimento de tecnologias para integração de projetos de engenharia de construção civil na diretoria de obras militares do Exército Brasileiro, apresentou um exemplo de caso citando a aplicação da ferramenta nas instalações do próprio exército e todas as benfeitorias.

“O OPUS - Sistema Unificado do Processo de Obras (o BIM do exército) controla todas as atividades/processos das várias diretorias relativas à gestão de patrimônio. Quais são esses processos? Planejamento, programação, acompanhamento, fiscalização, controle de gerência e execução de obras e serviços de engenharia, nos níveis executivos, gerencial e estratégico.

Esse sistema surgiu há oito anos, e já está num nível de maturidade que atendente, essencialmente, todo o processo que a diretoria tem desenvolvido. E percebemos que a cada dia pode ser melhorado nos seguintes sentidos: falhas que aconteciam e que antes não eram percebidas. Com a sistematização, a cada emissão de um erro passamos a perceber a falha anterior, sanar e melhorar o processo. Sempre é necessário melhorar. É um processo que nunca vai acabar. O cenário para implantação desse sistema foi devido ao número de organizações militares: 650 em todo o território nacional. Há instalações que possuem apenas um edifício e outras que possuem uma unidade, mas com 20 ou 30 edificações. Portanto, ele é variável na quantidade de prédios, na tipologia e na sua finalidade. Neste contexto estão inseridas as escolas, hospitais, depósitos de armamentos, estandes de tiro e, para gerenciar tudo isso, só tendo um sistema sofisticado de TI.

Este ano, de janeiro a julho, já foram emitidas 5.600 solicitações de obras. Como você consegue gerenciar tudo isso? Hoje, com o sistema existente, controlamos tudo o que existe através do planejamento estratégico e dinâmico, distribuídos em 12 setores regionais, onde cada um possui um escritório regional de obras, vinculado à diretoria de obras militares. Eles elaboram projetos básicos, contratação de projetos executivos para licitação e acompanhamento da obra. Tudo isso é reportado à diretoria por meio do sistema OPUS, que acompanha desde o planejamento estratégico, a licitação, coordenação, controle e aprovação, até a entrega da obra, inclusive sobre a transferência de pessoal que ocupará a nova instalação, com todas as informações armazenadas em nuvem para compartilhamento entre todas as partes, ou seja, vários atores enxergando a mesma edificação.

Em relação ao plano diretor, à parte de gestão de projetos, principalmente em relação ao BIM, são quatro os pilares: processo, normatização, capacitação e biblioteca, o mínimo para que o BIM possa funcionar. O que é o projeto? Para nós, se não possuir no escopo o custo e o prazo, não é projeto. O projeto é a parte da modelagem 3D e especificação. Depois é necessário saber o custo e o planejamento de execução, além da qualidade. Se você não tem qualidade para fazer o projeto, para orçar e planejar, não é o BIM que irá conseguir fazer. O BIM vem linkar coisas que você já sabia fazer. Hoje pela escala e complexidade do BIM, dificilmente um único escritório consegue fazer tudo, e precisa haver comunicação entre as partes, ou seja, um faz o projeto de estrutura elétrica e o outro orça, e para não haver erros posteriores, em virtude de mudanças nos projetos. Utilizamos também um vídeo para simulação da construção in loco com influências do entorno, analisando as variáveis de acordo com as necessidades da instalação. Também possuímos um scaner da Autodesk para fazer o levantamento quantitativo do terreno para as fundações e estruturas”, explicou Lüke. 

  Coronel Washington Lüke, engenheiro militar, BIM Manager

Por que BIM é importante ao projetista e instalador de AVAC

Segundo Eduardo Toledo Santos, Prof. Dr. da Poli-USP, coordenador do GT Componentes BIM da CEE sobre BIM CEE-134 da ABNT; Consultor da FAPESP e do CNPq, que apresentou o tema, uma das coisas mais óbvias é o aumento da produtividade, pois é uma ferramenta muito mais avançada do que o CAD.

“BIM é o processo de criação, uso e atualização de um modelo digital de informação de uma construção. Por que é bom para o projetista? Ele promove o aumento de produtividade do projeto e o (re) dimensionamento automático e consistente, onde o próprio software já recalcula as dimensões dos dutos e a extração de quantitativos precisamente calculados. Por exemplo, na quantificação de válvulas de gaveta, o software gera uma tabela de quantificação e especificação de materiais para 5D e 6D; auxilia nos projetos de tubulações, não só dos tubos, mas de toda a parte auxiliar; ajuda na seleção de equipamentos, na precisão de cargas térmicas e modelamento energético; acelera o retorno pós-entrega; melhora a documentação e comunicação dos problemas; e faz a correção das interferências.

Se as bibliotecas forem adequadamente resolvidas com parâmetros importantes, as informações estarão todas lá, ou seja, o modelo em BIM facilita bastante, e otimiza o projeto no tempo do processo como um todo, pois as detecções e interferências são feitas de forma automatizada. Toda a documentação do projeto pode ser feita em 3D e compartilhada com outros projetistas de diversas disciplinas, melhorando a forma de comunicação dos problemas e acelerando a convergência para o projeto executivo. Isso aumenta a qualidade do projeto em si, tanto pela questão da correção, quanto da sua construtibilidade, além da instalação mais precisa.

Em relação ao retrofit, o BIM proporciona o levantamento das condições existentes através do uso de um laser scanner 3D. A construção do modelo a partir de nuvem de pontos permite desenvolver o projeto sabendo exatamente o que será encontrado na edificação. O instalador terá a certeza de que pode fabricar e instalar sem surpresas, ganhando muito em velocidade e tempo.

 Eduardo Toledo Santos, Prof. Dr. da Poli-USP, coordenador do GT Componentes BIM da CEE 

E para quem é instalador? O instalador é um dos que mais se beneficia do BIM, pois ele terá a certeza de não ter interferências com outras disciplinas; a ordem de montagem e instalação pode ser simulada com precisão e automação permitidas pelo modelo digital; e o orçamento será preciso e assertivo. Nos EUA é o instalador quem faz o modelo BIM de AVAC, ele vai poder simular a ordem da instalação, deixando a situação correta para o instalador que virá em seguida, e assim por diante. O uso da pré-fabricação fica facilitado, a partir do próprio modelo BIM as máquinas conseguem fazer produtos bem mais padronizados. Nós estamos querendo no Brasil que os instaladores comecem a utilizar o modelo BIM, não somente de ar condicionado, mas de todas as demais instalações prediais.

Por que o BIM é bom para o cliente? Toda essa questão da detecção de interferências é fundamental para o cliente, ele quer garantia de que as coisas na obra serão feitas sem retrabalhos. Será que é possível fazer detecção de interferências deixando o ar condicionado de fora? Não adianta fazer interferência de tudo e deixar o ar de fora, ele tem que ser modelado queira ou não. Isso é muito importante para o cliente. Na reunião de coordenação eles querem ver tudo isso para poder decidir se terão projetos menores e com menor custo de fabricação e instalação, reduzindo riscos através de uma construção virtual com maior controle da produção, operação e manutenção.

Já o gerenciamento de facilities poderá ser feito em 6D.  Oportunidades e desafios: o bom do Brasil é que as nossas normas são compatíveis com as normas americanas (atendem as normas ASHRAE) e os softwares são adequados para o nosso mercado. Alguns desafios são as bibliotecas de componentes e produtos ligados ao ar condicionado, disponíveis sem custo, como por exemplo, no site da Autodesk (Autodesk Seek: 1592 produtos de AVAC e BIM Object: 112 produtos AVAC). A outra questão é a interoperabilidade; existem alguns formatos que se podem ser usados, como o Revit MEP, Bentley; gbXLM; IFC (formato neutro – todas as disciplinas). Hoje, entre os iniciados, ninguém mais questiona o futuro do BIM. BIM é o presente de muitos, como o CAD já foi, e o futuro de todos. Quanto mais cedo iniciar, mais fácil será adaptar-se e aproveitar os benefícios”, conclui Toledo.

 Debate entre público e palestrantes proporcionou esclarecimentos de dúvidas

Por Ana Paula Basile Pinheiro <anapaula@nteditorial.com.br> e

Charles Godini <charles@nteditorial.com.br> 

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